Clube do Pai Rico
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Trânsito caótico em todo o país …

Que o trânsito em todo o país está mais parado do que andando não é novidade para ninguém … A coisa piorou – de forma completamente descontrolada – depois do aumento (sem precedentes) da frota de carros …

Muito se reclama … muito se fala … muito se pede … Mas fazer alguma coisa que é bom, poucos fazem. O que mais vemos ao andar por nossas ruas são carros onde vemos a presença de uma única pessoa no interior do veículo: o motorista. A comodidade e a facilidade de ir e vir quando bem entender falam mais alto do que qualquer outro argumento mais … coletivo.

Faça uma experiência. “Perca” alguns minutos de seu dia e observe os carros que passam por você em qualquer rua de sua cidade e veja qual a proporção deles têm alguém além do motorista. (só cuide para não se assustar com o resultado …)

Como disse, muito se fala … e pouco se faz. Quer ver um exemplo ? O que você faz para melhorar a questão do tráfego em sua cidade ? Usa o serviço de transporte coletivo ? Vai a pé para o serviço ? (conheço gente que mora a menos de 1km do serviço e que vai trabalhar de carro, e não é uma única pessoa não …) Combina horários em sua casa para que o carro permita não ir vazio ? Faz algum tipo de programa “carona amiga” ? Resumindo … além de reclamar, o que você tem feito para diminuir a quantidade de carros nas ruas ?

Começarei por mim. Eu vou a pé. 🙂

Moro a pouco mais de 5 minutos – a pé – do meu escritório, portanto nada mais natural do que ir andando. (mas como disse, tem gente que mora tão próximo quanto eu e que vai de carro …)

Quando morava mais afastado – e ainda era solteiro -, na praia, usava o sistema de transporte coletivo executivo que existe aqui em Floripa, os amarelinhos. Demoravam mais que se eu fosse de carro (o dobro do tempo para ser mais exato …),mas aproveitava justamente isso para botar a leitura em dia. 😉

Já casado, vinhamos juntos de carro (pois minha esposa precisava do carro para visitar seus pacientes), mesmo que nossos horários não combinassem muito. (ela começa a trabalhar 1h mais tarde) Essa diferença de horários é a justificativa usada por 11 em cada 10 pessoas que dirigem sozinhas …

Bom … e você ?

Ps: não entendeu a relação deste post com o tema Educação Financeira ? Pense então na economia (ou não) que você tem ao adotar meios de se locomover mais voltados à coletividade.

Se arrependimento matasse …

Há algum tempo você leu aqui no Clube a história (contada através de uma entrevista com o próprio) de Jorge Guinle. Um dos maiores exemplos de bon vivant, playboy e boa vida que já se teve conhecimento. (sim, os 3 adjetivos significam a mesma coisa, hehehe)

Quem não pensou muito depois de ler a entrevista ? Quem não encontrou erros, ou desejaria seguir o mesmo rumo dele … ?

Hoje venho com uma poesia, de autoria desconhecida, que vi no livro “Investimentos: um livro de segredos e conselhos” (Campus/Elsevier, 2011):

Se eu pudesse viver novamente a minha vida,
Na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido.
Na verdade, bem pouca coisa levaria a sério.
Seria menos higiênico.

Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria
Mais entardeceres, subiria mais montanhas,
Nadaria mais rios.

Iria a mais lugares onde nunca fui,
Tomaria mais sorvete e comeria menos lentilha,
Teria mais problemas reais e
Menos problemas imaginários.
Eu fui um dessas pessoas que viveu sensata e
produtivamente cada minuto da sua vida.
Claro que tive momentos de alegria.

Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter
Somente bons momentos.
Porque, se não sabes, disso é feito a vida.
Não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma
Sem um termômetro, uma bolsa de água quente,
Um guarda-chuva e um paraquedas.

Se voltasse a viver
Começaria a andar descalço no começo da primavera
E continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua,
Contemplaria mais amanheceres
E brincaria com mais crianças,
Se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.

Sim, é uma situação completamente oposta à de Guinle, acredito que neste momento de arrependimento a personagem poderia muito bem estar almejando ter tido uma vida parecida à dele …

Com a leitura das duas “faces da moeda”, pergunto: quem está certo ?

Prepare-se: mudanças na poupança e na renda fixa para breve !

É … voltaram a falar sobre o assunto “mudanças no rendimento da caderneta de poupança” … Mas também não é a toa, muita gente do mercado já prevê a SELIC em 9% no final do ano, e nessa faixa de retorno a poupança se torna muito competitiva. (até mesmo ganhando de muitos fundos, CDBs, títulos do tesouro …)

Sugiro que você dê uma olhada nesse “pedaço” do Clube para entender tudo o que foi dito nos últimos anos sobre a poupança. Não está lembrado ? O tema “mudança na poupança” já esteve em alta, em 2009, quando a SELIC estava em 8,75% ao ano. Nesta faixa os títulos públicos começariam a perder a atratividade e a migração para a poupança seria grande.

Alguns motivos impediram a mudança: 2010 era ano de eleição presidencial, e alguém imagina que ele correriam o risco de serem taxados como o (des)governo que mexeu no dinheiro do povo que estava na poupança ? (até hoje, e para todo o sempre, o Collor será lembrado por isso …)

Para a salvação da lavoura a taxa SELIC precisou ser aumentada e a ideia de mudar os rendimentos da caderneta de poupança foram deixados para trás. Até hoje …

Porque o rendimento dela precisa ser alterado ? Porque se permanecer como está a taxa SELIC dificilmente ficará abaixo dos 9% ao ano … é preciso que o rendimento da poupança seja menor para que os títulos públicos federais permaneçam atraentes para os investidores, senão como é que o governo faz para rolar a dívida ? 😉

Precisa ser mudado e ponto final. Mas será que arcarão com o alto custo político dessa decisão ? Tenho lá minhas dúvidas …

A outra notícia diz respeito a provável alteração das faixas de tributação dos investimentos em renda fixa. A intenção é mudar o IR dos investimentos de curto prazo, para evitar o “vai e vem” dos “especuladores” … Claro que a mudança seria o aumento da faixa de dedução para os investimentos de prazos mais curtos …

Agora … se querem mesmo incentivar que o povo deixe o curto prazo “para trás”, que diminua então a tributação dos prazos mais longos … criando uma faixa que tenha um IR de somente 10%, por exemplo. Ah … isso não pode neh ? Diminuir a carga tributária é “proibido” …

Bom … o ministro Mantega acabou de dizer que isso não existe, não estou falando sobre nada disso. (acabou mesmo, foi há poucos minutos) Ahãm … senta lá Cláudia. 😉

Onde há fumaça há fogo. Pode ter certeza. 😀

E se eu – finalmente – escrevesse o meu livro … ?

Uma das minhas resoluções de 2011não concluídas – que ainda martela minha cabeça é a que se refere a criação de um livro. A ideia já habita minha mente há tempos … mas não sei se por falta de tempo – justificativa dos “fracos” – ou de preparação propriamente dita – a matéria que mais me complicava a vida na época de escola era a redação, no vestibular a nota mínima era 3, tirei 3,5 (e ainda assim passei para a primeira turma, hehehe) – ele ainda não saiu do papel. Melhor … nem no papel ele está, existe somente a ideia mesmo …

Mas o desejo permanece, uma hora ele sai. 🙂

Para ir adiantando as coisas resolvi fazer uma pesquisa que me dará as orientações sobre a publicação propriamente dita, vendo os itens da pesquisa abaixo você entenderá. Solicito aos amigos que participem, pois do resultado dela dependerá uma futura publicação “real” by Zé da Silva. 😉

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Muito obrigado pela sua contribuição !! 😀

Ah ! E claro, sinta-se livre para usar o espaço dos comentários para dar suas sugestões ou alguma outra informação que considere interessante. 😉

Livros ||| Financiamentos de longo prazo

DOP = Dinheiro de Outras Pessoas, esse é um dos pilares do conceito de Independência Financeira passado por Robert Kiyosaki. É usando o DOP que RK consegue fazer o que faz com os seus investimentos em imóveis, é usando o dinheiro dos outros (através de dívidas boas) que Kiyosaki compra seus imóveis para aluguel e cria um Fluxo de Caixa constante para o seu bolso.

Mas ele mora nos EUA, a Meca do crédito barato e fácil … 🙁

Aqui no Brasil as coisas não são tão fáceis como lá, muito menos tão baratas (em termos do custo do capital do empréstimo/financiamento) … não é mesmo ? Sim, definitivamente as coisas lá são muito diferentes das encontradas aqui. Mas … as coisas vêm mudando ! 😀

O problema maior é: como fazemos para chegar no crédito “barato e fácil” existente aqui no país ? (barato é jeito de falar amigos … comparando com o custo do crédito nos EUA e na Europa então …)

É justamente essa a proposta do livro “Financiamentos de longo prazo” (Campus/Elsevier, 2011): mostrar como conquistar linhas de crédito que oferecem taxas de juros – dentro da nossa realidade – a um custo baixo. Um verdadeiro sonho para qualquer empreendedor, não é mesmo ? 😉

O livro faz exatamente o que promete: apresenta um roteiro de como conseguir a liberação de financiamento junto ao BNDES, IFC, FINEP e outras instituições. Mostra o que é necessário para conseguir a linha de crédito, quais tipos de projetos são permitidos para “concorrer” ao capital disponível, o que fazer, como fazer, onde fazer. O autor é da área, portanto é uma literal troca de experiências ! (e tem jeito melhor de se aprender do que assim ? hehehe)

São quase 150 páginas que realmente detalham o processo de obtenção de crédito, em linguagem simples, sem nhem nhem nhem. 🙂

Mas … não é “perfeito”. Senti a falta de um exemplo real (com todos os detalhes necessários para o processo …) de solicitação do financiamento. São dados exemplos, mas não um “mastigadinho”, sabe ? Ao menos eu havia ficado com a impressão de que encontraria isso durante a leitura … 🙁

Tirando isso o livro é um ótimo guia, detalhando os meandros da obtenção de crédito em instituições que consideramos “inatingíveis”, sabe? Que por sinal deixaram de ser tão “inatingíveis” assim após a leitura. 😉

Recomendo !! 😀

Nota do Site:

4 Moedas

Financiamentos de longo prazo
Paulo Gurgel Valente

Editora: Campus Elsevier
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 160
Acabamento: Brochura
Formato: Médio