Clube do Pai Rico
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Retrospectiva 2011 – Parte 1

Chegamos na última semana do ano, é hora de fazermos aquela reflexão, aquela retrospectiva do ano que se passou. Ver tudo o que foi feito, de certo e de errado. Ver a sua lista de resoluções para o ano que estava vindo e “descobrir” o que foi realmente feito e o que acabou ficando para trás … Você está lembrado que fiz uma no ano passado com as 11 resoluções para 2011 ? Farei o exercício de análise dessa lista em conjunto com você. 🙂

Vamos lá !! 😀

11 – Fazer um investimento imobiliário

QuéQuéQuéQuéQuéééé … Não, ainda não foi em 2011. 🙂

Imaginei que seria possível, imaginei que o mercado imobiliário de Florianópolis começaria a dar os primeiros sinais de enfraquecimento e em consequência começaríamos a ver os preços em queda. A bolha está prestes a explodir e não tenho dúvida disso !

Sim, a bolha começou a dar os primeiros sinais de que vai acabar, tanto é que as primeiras ofertas começam a surgir. Não é nada difícil encontrar uma placa na frente das obras (das empresas mais tradicionais e de melhor padrão da cidade, as TOP de verdade) com ofertas de desconto. O mais comum são placas oferecendo 15% de desconto no preço das unidades. Mas acho que 15% ainda não é o desconto que me fará comprar um imóvel. 😉

O mais “engraçado” é que na semana passada estas mesmas placas sumiram. Afinal, com o forte fluxo de “estrangeiros” (pessoas de fora da cidade, hehehe) as construtoras tentarão aproveitar esse fato para vender algumas unidades com o valor cheio. Provavelmente as promoções voltarão assim que o carnaval chegar. O legal foi a forma com que os preços caíram, antes a placa mostrava o preço cheio, em seguida, um adesivo foi colado oferecendo um valor de desconto, poucos meses depois um novo adesivo, com um desconto maior, substituiu o anterior.

E como disse, não é raro encontrar. Portanto … o meu investimento imobiliário está perto. A compra do meu novo apartamento – provavelmente – também. 😀

(é uma pena a locação de vagas de garagem estar com os dias contados … a oportunidade era realmente boa, o problema era encontrar a vaga certa, hehehe)

10 – Aumentar o número de visitantes do Clube

#YEAH !!! Essa resolução foi cumprida, e acima das expectativas !! 🙂

Na lista eu havia “me proposto” a fazer com que o Clube atingisse a média de 3.000 visitantes diários. (em 2009 era de 1.170/dia; em 2010 foi de 2.350/dia) Os 3.000 foram ultrapassados em mais de 10% !! Obtivemos uma média de 3.370 visitas (até o dia 25 de dezembro) ! Foram mais de 1.200.000 visitas em 2011 !!!! 😀

E olha que esse ano passamos por um desafio dos grandes. Com a implementação do “Panda” (novo algoritmo de busca do Google) as visitas vindas do site de buscas – que é o nosso maior “fornecedor” de visitantes – caíram. A “chacoalhada” foi geral, praticamente todos os sites sentiram as consequências. (claro, alguns sites perceberam um aumento, outros a queda)

Mesmo assim conseguimos ! Muito obrigado a todos !! 🙂

9 – Aumentar a receita obtida com a internet

Como previsto, com o aumento no número de visitantes conseguimos aumentar também a receita do site. O crescimento foi muito bom ! A receita vinda do Adsense dobrou !! 😀

Além disso tivemos a presença de muitos anunciantes diretos no Clube. Obrigado a todos que acreditaram em nossa proposta de trabalho, que estão juntos conosco nessa batalha por uma Educação Financeira de mais qualidade, e acima de tudo: verdadeira.

Os últimos 2 meses (novembro e dezembro) foram especiais, me surpreendi com os número que obtivemos e acima de tudo com o “assédio” dos anunciantes. Você gostaria de anunciar aqui no Clube do Pai Rico ? Então não deixe de olhar nosso media kit, e claro de entrar em contato conosco. 😉

Por hoje é só, as outras 8 resoluções virão durante a semana. Um exercício “lento” nessa verificação ajuda a entender o que aconteceu e o que deve ser melhorado para o ano seguinte.

Obrigado a todos que ajudaram – de qualquer forma – para que os objetivos pudessem ser atingidos.

Livros ||| Você Investidor

Este é mais um livro que pretende trazer o tema investimentos à realidade da população brasileira. Com linguagem simples, que será compreendida por qualquer pessoa que tentar lê-lo. Leitura simples e leve, muitas vezes até me pareceu um pouco superficial demais … mas para quem está em busca de um livro introdutório, com o bê-á-bá, pode acabar sendo uma boa escolha.

O autor passa por diversos temas dentro do assunto finanças pessoais, apresentando até mesmo alguns detalhes (básicos) sobre determinados investimentos: poupança, renda fixa, tesouro direto, imóveis, ações, previdência privada …

Não sei se a culpa é minha, por ter iniciado a leitura esperando uma coisa e quando terminei encontrei outra. Não, o livro não é ruim, mas ele é superficial. (acho que já falei isso, não é mesmo ?)

Por exemplo, o capítulo sobre imóveis (ou setor imobiliário como ele prefere se referir) … se ele não estivesse no livro não faria muita diferença. Na verdade, não faria diferença alguma …

Uma frase que faz valer a pena

Mas acredito que você esteja lembrado do meu conceito de que se eu encontrar uma frase, uma palavra, uma informação, uma ideia, que realmente seja interessante, terá feito valer a pena ler qualquer livro, assistir qualquer palestra. Às vezes perdemos horas em palestras entediantes, mas basta que o “cara lá da frente” diga uma frase importante, com conteúdo novo, uma informação desconhecida, que fará valer a pena. Para um livro vale a mesma coisa.

Em “Você, Investidor !” o autor toca num ponto que é verdade, e que por sinal eu nunca havia pensado antes.

Todos costumam usar como justificativa principal para o alto índice de deseducação financeira da população o longo período inflacionário que tivemos até 1994. Correto ? Mas … você já parou para pensar qual seria a justificativa (ou uma delas) para o povo menosprezar a criação de poupança ? (não me refiro ao veículo poupança, mas sim a acumulação de determinado capital para emergências, que coincidentemente acaba sendo depositado – normalmente – na caderneta de poupança)

Vai … pense um pouco … Lembre-se de um fato ocorrido há aproximadamente 20 anos que poderia criar tamanho pavor na população em relação ao termo “poupança”. Fernando Collor de Melo, Zélia Cardoso de Mello. Pronto ! O trauma com o confisco da poupança pode ter sido (e foi !) tão grande que marcou toda uma geração, que criou uma imagem, uma lembrança, tão apavorante que ficou marcado …

Consegue imaginar quanto tempo será preciso para apagar tal memória de nossas mentes ? 🙁

Para comprovar isso, facilmente, basta vermos que os mais jovens têm tido muito mais facilidade de criar poupança do que a geração anterior, que foi a que sentiu na pele (literalmente) o congelamento de suas contas.

Vale a pena a leitura ?

Bom … é … só se você está realmente começando, mas bem no começo mesmo. (coisa do tipo: nunca leu nada sobre o assunto, nunca visitou um site de Educação Financeira) Pois o seu conteúdo é realmente básico, superficial.

Peço desculpas de antemão ao autor (caso ele leia essa resenha …), mas preciso apresentar a minha impressão do livro aos leitores do site. Eles confiam no que eu digo e querem a minha real opinião.

 

Nota do Site:

2 Moedas

Você, Investidor !
Flávio Barcelos Diehl

Editora: Novatec
Ano: 2009
Edição: 1
Número de páginas: 168
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Livros ||| Retorno sobre o investimento em Mídias Sociais

Como gosto de ler um livro, sobre um assunto “um pouco diferente” do habitual, e percebo que tive uma bela surpresa com isso. 🙂

Quando comecei a ler o “Retorno sobre o investimento em Mídias Sociais” (Campus/Elsevier, 2011) pensei que teria acesso a material sobre o tema “o que os anunciantes esperam obter após fazerem sua divulgação no Clube“, que é o retorno mais direto (e prático) que o investimento deles nos anúncios. Acabei e vi que além disso havia aprendido muito, mas muito mais do que apenas isso. Queria usar o conhecimento do livro para ajudar na hora de conquistar novos anunciantes para o site, saber o que eles esperavam. De brinde aprendi ainda mais sobre o que os visitantes podem estar querendo com o site.

Sim, além de aprender sobre o lado dos anunciantes acabei aprendendo mais sobre o lado do visitante. Que coisa não ? E não é justamente isso que um site precisa para crescer mais e mais ? (oferecer conteúdo de qualidade e atender as necessidades dos visitantes)

Com casos reais o livro dá muitas orientações de como alguém deve proceder na mídia social, seja num site, num fórum, no twitter, no facebook … onde quer que seja. Isso em relação ao lado “oferecedor de conteúdo”, e não somente como consumidor de espaço publicitário. 😀

Do ponto de vista do investidor

Claro, o principal foco do livro é o lado anunciante da coisa, que neste caso é o investidor em questão. De que forma manter contato com as pessoas que estão do outro lado do teclado ? Quais as diferenças entre um formador de opinião, um consumidor e um indivíduo ? É … cada um destes grupos tem necessidades diferentes, e o melhor: cada um tem um alcance diferente. Se você tem uma determinada verba, e deseja atingir o máximo possível de pessoas, preferiria “agradar/atender” quem ? Um formador de opinião, um consumidor ou um indivíduo ?

Acha que é uma decisão simples ? Não se esqueça que o formador de opinião poderá te trazer muitos consumidores … Mas um consumidor mal atendido poderá se transformar numa pedra no sapato da empresa … De qualquer maneira cada grupo tem as suas necessidades, cada um deles tem uma área de abrangência (o tamanho do circulo que será afetado com a sua opinião sobre determinado produto/serviço).

Outra, como medir a eficácia de uma ação, de uma campanha ? Só olhando o número de visitas que ela gerou ? Ou devemos olhar as vendas ? Ou então ficar de olho no quão grande a “conversa” sobre o produto/serviço ficou. Ou todas as alternativas ? 😉

E quais ferramentas usar para ter o controle da campanha ? Já pensou nisso ? Como acompanhar o tamanho que ação ficou dentro do twitter ? Ou quantos sites se envolveram na ação ? Conseguiu atingir os formadores de opinião chave ? Não é só pegar a melhor ideia de campanha do mundo e jogar na rede, acompanhar o seu andamento é preciso. (para não dizer obrigatório …)

Do ponto de vista do fornecedor de conteúdo

Mas como eu disse, um dos pontos que mais me surpreendeu foram os insights que pude obter para melhorar o produto que ofereço a você. (quer queira ou não o meu site é um serviço que presto a você leitor, que pode considerá-lo como um bom produto – que merece ser constantemente consumido -, ou não)

Algumas das “dicas” ali presentes já estão sendo postas em prática, se você não conseguiu perceber é porque em sua maioria são sutis. Claro … para quem já vinha fazendo algo razoavelmente decente, hehehe. 😀

Imagino que 2012 será um grande ano para o Clube, tanto em termos de conteúdo para os leitores quanto em termos de espaço de mídia para os anunciantes. E tenha a certeza que esta leitura me influenciou muito.

Portanto: você tem algum negócio web ? Quer começar um ? Está na “outra ponta” e quer saber como proceder quando for divulgar seus negócios do “mundo real” na web ? Leia o “Retorno sobre o investimento em Mídias Sociais“, tenho a certeza de que você irá me agradecer pela indicação. 😉

Nota do Site:
4 Moedas

Retorno sobre o investimento em Mídias Sociais
Guy R. Powell | Steven W. Groves | Jerry Dimos

Editora: Campus Elsevier
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Parabéns Itália !!!

Não sei se você viu, mas no começo desta semana o novo primeiro ministro italiano criou uma lei/regra que impede que pagamentos maiores do que 1.000 euros sejam feitos em espécie. (em dinheiro vivo)

O motivo ? Tentar impedir/diminuir a sonegação de impostos. Sinceramente !? Meus parabéns Monti ! Achei a ideia fantástica !! Sabe quanto a Itália perde anualmente por causa da sonegação ? Coisa pouca … somente 100 bilhões de euros … ou melhor, um pouco mais que isso. 😯

Dá para acreditar ? Depois ninguém entende porque os países do bloco estão do jeito que estão … (dizem que na Grécia a coisa é ainda pior … o número é menor, mas proporcionalmente falando é pior) Já pensou ? 100 bi-lhões de euros sonegados anualmente ? Se isso fosse pago poderiam perguntar: crise … que crise ? Rombo no orçamento ? Que rombo ? …

Achei uma atitude incrível ! Tudo bem … quero só ver qual será a reação da população sobre isso. Não sabia, mas o povo italiano “precisa” usar dinheiro. Eles fazem em média apenas 26 transações ao ano com cartões de crédito … Caramba, eu devo fazer isso por mês !! 😀

Pense comigo: quem realmente precisa usar dinheiro vivo para pagar contas maiores do que 1.000 euros ? Isso sem pensar no quesito segurança … já imaginou ficar andando com grana viva, em altas quantidades, para pagar as coisas ?

A meu ver só um grupo tem real necessidade de usar dinheiro vivo em suas transações: aqueles que não tem como comprovar a origem dele … Engraçado neh ? Os nossos políticos sempre possuem enormes quantidades de dinheiro vivo em seu poder … Opa, deixa eu voltar à Itália. 🙁

Não sei qual será o retorno dessa lei para as finanças do país, acredito que no médio longo prazo trará enormes benefícios. Afinal … qualquer pedaço destes 100 bilhões fará enorme diferença nas contas italianas.

Aqui no Brasil temos uma regra “parecida”, para pagamentos de faturas de cartão de crédito. Se não me engano faturas superiores a R$ 5.000,00 precisam ser informadas ao BC. (não lembro se há a necessidade de que o pagamento seja feito em dinheiro, mas acho que sim, é necessário)

As pessoas usam esta estratégia justamente para usar grana “suja” sem deixar rastros. Compra com cartão de crédito, para não precisar sair andando com grana viva, mas na hora de pagar usam de dinheiro suspeito para o pagamento. Claro, como brasileiro é ixperto faz “n” cartões e usa menos dos que os R$ 5.000,00 necessários em cada um deles. Dessa forma não chama a atenção do BC. Legal neh ?

Bem que o nosso BC poderia criar regra semelhante, hein ? Já pensou ? Se bem que eles não iriam criar nenhuma lei que pudesse atrapalhar a vida de nossos nobres políticos … 🙁

Ps: Se acha que o número 100 bilhões é muito alto, lembre-se que a nossa arrecadação anual já se aproxima de R$ 1,5 trilhão …

Livros ||| Obrigado pela informação que você NÃO me deu !

Seja sincero, o que vem à sua mente ao ler o título desse livro ? É muito provável que pense numa pessoa que costuma “regular” as informações que passa para os outros, aquela que prefere guardar o segredo (afinal conhecimento e informação é poder) para si sem dividir com mais ninguém. Correto ? É, eu também pensei nisso …

Mas me enganei, o livro “Obrigado pela informação que você NÃO me deu” (Campus/Elsevier, 2007) aborda justamente o outro lado da moeda. Fala sobre as pessoas que falam, falam, falam, enrolam, falam, enrolam mais um pouco … até que … chega no ponto que deveriam ter chegado com “um pouco de atraso”. Ou melhor, às vezes chegam, pois existem casos onde a pessoa demora tanto, dá tantas voltas, que a pessoa com quem ela conversa acaba desistindo do papo e dá o assunto por encerrado. Quando se trata de um papo entre amigos “não há tanto problema” – se bem que eu não suporto quem demore “horas” para falar algo que levaria poucos segundos … mas tudo bem -, mas e quando é um superior seu, no seu emprego ? Ou então um cliente que está participando de uma apresentação e depende do que for dito ali para fechar negócio ? Muda um pouco, não é mesmo ? 😉

Sempre – sim SEMPRE – fui adepto da teoria do “vá direto ao ponto !”, como você já deve ter percebido aqui no site. Muitos dos meus textos acabam sendo mais curtos do que o da concorrência (hehehe) por eu achar que a enrolação não leva a lugar algum. Na maioria das vezes só faz com que a pessoa que está participando da “conversa” perca seu (valioso) tempo. Existe alguém que não concorde com a frase “Tempo é dinheiro !” ?

Mas por que fazem isso ?

Muitos o fazem por gostarem de falar, pura e simplesmente isso. Falam, falam, falam … até não poder mais. Se for um assunto que lhes agrade então … Sai de baixo !! 🙂

Outros adotam a mesma postura, de falar mais do que deviam, para mostrar o quanto conhecem do assunto, o quanto dominam determinado tema, ou no pior dos casos, o quanto se dedicaram para preparar aquilo que estão falando, o quanto se esforçaram para entenderem (ou decorarem, você escolhe) sobre determinada coisa. Conhece alguém desse tipo ? Aquela pessoa que precisa mostrar/dizer o quanto se dedica, e para isso faz com que o assunto se alongue um “pouco” demais ?

Uma das coisas que mais gostei no livro foi o fato de que muitas passagens abordadas pelo autor se tratam de casos reais (ele presta consultoria nessa área, de apresentações), então existem exemplos de todos os tipos. Já imaginou alguém que está fazendo uma apresentação para conquistar um sim de um cliente e consegue isso nos primeiros minutos de apresentação ? E se esta mesma pessoa, nesta apresentação, para mostrar o quanto se dedicou àquela apresentação continuasse a falar e por causa disso acaba perdendo o negócio ? (o cliente pode ter pensado melhor … pode ter ouvido/visto algum detalhe que lhe fez desistir …) Quem mandou falar demais ? 😀

Um livro que vale a pena ser lido !

Gosto muito desse tipo de livro, que traz informações e conhecimentos que podem ser usados por toda a nossa vida, em todas as áreas que desejarmos. No trabalho, em casa, com os amigos …

De leitura fácil, rápida e agradável, este é um livro de leitura obrigatória para todos aqueles que prezam por usa formação como pessoa.

Tenha uma boa leitura !

Nota do Site:
5 Moedas

Obrigado pela informação que você NÃO me deu !
Normann Kestenbaum

Editora: Campus Elsevier
Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 160
Acabamento: Brochura
Formato: Médio