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Livros ||| Foco no cliente certo

O cliente tem sempre a razão !” Quem nunca ouviu este chavão ? Não importa qual seja a área de atuação, ou o tamanho da empresa, muitas adotam este mantra sem nem ao menos cogitar a possibilidade que nem todos são iguais, nem todos merecem (e exigem) esse tipo de atitude.

Mas existem os casos extremos, onde parte da população, empunhando o certificado de dono da razão, pinta e borda com as empresas que lhe estão prestando serviço. Um exemplo ? Apresentado no livro em questão, um cidadão invade a loja, com quatro pneus “em mãos”, exigindo sua troca. Alegava que o produto havia se desgastado pelo uso (?!???!!!) e queria trocá-los. O problema ? A loja em questão era uma da rede Nordstrom, popular no hemisfério norte, que vende roupas e acessórios de moda. 😯

Acredite …

A rede tem como padrão o melhor atendimento possível ao cliente, tanto no tratamento quando na solução de problemas. Mas dai já é querer um pouco demais, não ? O detalhe … a loja – mesmo não tendo envolvimento algum com o produto – atendeu o cliente. Lenda ? Não se sabe … o exemplo volta e meia é usado para ilustrar como deve ser uma administração com foco no cliente.

Aqui cabe uma observação: existem exemplos de empresas administradas com foco no cliente e no produto. (a coca-cola por exemplo) Uma tenta criar/ter o melhor produto do mercado, vencendo seus concorrentes com base nisso. Na outra situação o diferencial da empresa está no atendimento, na forma com que trata – e o que oferece – o cliente.

O problema é que muitas empresas que acreditam adotar o foco no cliente, nada mais estão fazendo do que repetir a ladainha de sempre “o cliente tem sempre a razão“. Não enxergam que muitas vezes estão apenas criando monstros que sugam todas as energias (e possivelmente grande parte do resultado operacional) da empresa. São os clientes que exigem mundos e fundos, que choram até o último centavo, e que muitas vezes acaba nem ao menos concretizando o negócio …

Existe uma grande diferença entre tratar bem o cliente – item básico para qualquer empresa que deseje vender seu produto/serviço – dos que os bajulam, beirando ao exagero, sem obter o retorno “justo” por isso.

O foco no cliente é o ideal para todas as empresas ?

Não, ponto final. Existem as que precisam (e devem) manter o foco no produto, o cliente final “não é importante” para elas. Mas para muitos casos o foco no cliente traria grandes benefícios a elas.

Por exemplo, uma empresa que oferece o serviço de cirurgia laser para correção oftalmológica e um oftalmologista. A empresa que faz cirurgias precisa ter os melhores produtos, oferecer o melhor ao cliente, mas “atender – muito – bem o cliente” não é sua prioridade. Já o oftalmologista …

O foco no cliente é algo (muito) importante, e que na maioria das vezes é encarado (e levado) da forma errada. Existem determinadas ferramentas que podem auxiliar a empresa na hora de oferecer o que o cliente quer, como quer, quando quer, o que realmente mostraria uma empresa focando no cliente. Mas …

E o livro ?

Leitura fácil e agradável, que (obviamente) vai muito além do que apresentei aqui. 🙂

Sugiro e indico a leitura a todos que desejam adotar esta estratégia em seus negócios. 😉

Foco no cliente certo

Nota do Site:
4 Moedas

Foco no cliente certo
Peter S. Fader

Editora: Elsevier
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 152
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Livros ||| A arte de imitar

Existe um consenso de que a cópia é errada, que não devemos nos apropriar da criação alheia em benefício próprio, que devemos respeitar a propriedade intelectual do concorrente (atual ou futuro), que devemos pensar individualmente e criarmos nossos produtos e serviços a partir do nada, do zero. Mas … será isso possível ?

Sim, concordo plenamente que os direitos individuais (pessoais e empresariais) devam ser plenamente respeitados, mas … será que esta é a natureza do ser humano ? Pense por um instante, pense em como seriam nossas vidas, se os homens das cavernas tivessem pensado “não, mim não poder usar pedra na ponta desta vareta para caçar, afinal a tribo vizinha já desenvolveu o conceito e agora só me resta desenvolver algo completamente diferente … Quanto tempo leva para inventarem a pólvora ?” Ou então … se após inventarem a roda não tivessem adotado a criação para construir a biga, e depois a carroça, e depois o automóvel ?

Para e pense no mundo que nos cerca e veja tudo com um olhar mais analítico. O que conseguiu ver ? Sim … a grande maioria das coisas que hoje nos trazem conforto e prazer foram criadas a partir de algo que já existia. Foram melhoradas e aperfeiçoadas, mas em suma são “cópias” de algo que já existia.

O padrão “cópia” está em tudo e em todos

Em “A arte de imitar” (Elsevier, 2011) o autor, David Kord Murray, tenta nos mostrar o quão importante é o uso da cópia para o crescimento e desenvolvimento da raça humana. Como ideias, aparentemente, desconexas, nos proporcionaram teorias e tecnologias que tornam possível o nosso modo de vida.

Sim, desde a observação do comportamento natural das coisas (não, não vou usar o clássico exemplo do velcro, onde o criador viu como pequenas plantas grudavam em suas calças para depois criar o produto), até mesmo a partir da observação de áreas diferentes – como por exemplo Darwin demonstrar interesse sobre geologia criando analogias, para depois de muitas observações criar a Teoria da Evolução das Espécies. Existe ligação entre a transformação do planeta e a evolução apresentada pelo seres vivos ?

O autor alega que até a época da Renascença era comum a prática da cópia. Tudo era compartilhado, todo o conhecimento humano era dividido por todos e de livre acesso e uso. Mas a partir do momento em que começaram a surgir as obras assinadas, onde o valor de muitos itens dependiam mais da marca do que do produto em si (uma obra de arte de um grande mestre, por exemplo), surgiu a “necessidade” da criação do direito da propriedade intelectual. A partir disso tudo passou a ser “fiscalizado” e o uso de tecnologias já existentes, para a criação de novos itens, passou a ser considerado cópia.

Obs: hoje enfrentamos um grave problema em relação ao assunto propriedade intelectual, a ponto de vermos o Google tentando registrar o “coraçãozinho com as mãos” como sendo de sua propriedade … 😯

O ser humano se desenvolve desta forma: olhando o que existe ao seu redor, sempre tentando melhorar o que vê, é da nossa natureza. Este é um dos motivos que me leva a ler tanto sobre tantos assuntos “diferentes” (já falei sobre este assunto em outras oportunidades). Conceitos adotados em certas áreas podem ter utilidade em problemas que tenho em assuntos completamente diferentes e sem ligação.

Mas como criar, desenvolver, inventar, se diferenciar, adotando esta prática nos dias de hoje ?

Se você faz uso da criação ou o desenvolvimento faz parte do seu dia a dia, a leitura deste livro é muito bem-vinda e certamente trará belos frutos. Leitura agradável e tranquila, recheada de exemplos da história humana, para mostrar que além de criativos imitamos uns aos outros desde sempre. 🙂

A arte de imitar
Nota do Site:
5 Moedas
A arte de imitar
David Kord Murray

Editora: Elsevier
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 264
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Livros ||| Lidando com a incerteza

É chegada a hora de tomar a decisão mais importante de sua vida (ao menos, até aquele momento, você a considera como tal) e muitas dúvidas e preocupações começam a povoar sua mente. O ser humano parece não ter sido criado para lidar com o que é incerto, a reação de cada indivíduo é diferente, uns conseguindo seguir adiante, enquanto outros, cercados pelo medo, parecem congelar …

E é normal … o poder da incerteza é imenso, o estrago que ela parece fazer em nossa alma é sem tamanho. Só quem passou pela experiência para relatar, de verdade, a força deste sentimento.

Você já precisou passar por uma encruzilhada, especialmente da área do trabalho/emprego, onde tinha que tomar a decisão de seguir adiante, rumo aos seus sonhos, aquilo que realmente gosta, ou se agarrar à segurança (virtual …) da situação atual, do emprego atual ? A mistura de sentimentos dentro da pessoa é enorme, acredito que se eu abrisse um dicionário que tivesse uma lista com todos os sentimentos que nós podemos demonstrar, a tomada de decisão em um caso desse traria para dentro deste indivíduo uma mistura completa de todos eles.

A decisão pode ser ainda mais difícil …

Mas se engana quem pensa que uma coisa complicada não possa ficar ainda pior. Existem os casos de pessoas que têm uma vida “normal” (como diria o Faustão), com empregos ditos normais, e que gostariam de partir para o lado “diferente” da vida. Gostariam de se tornar atletas profissionais, artistas, ou simplesmente uma profissão que – teoricamente – não seria bem aceita pelo grupo que os cerca.

Se já é complicado partir para uma empreitada individual, imagine uma que envolva formas “alternativas” de trabalho. O pior é que muitas vezes o problema nem é com a pessoa que está tomando com a decisão em si, mas sim a preocupação com o que os outros vão falar e pensar …

O sentimento que surge parece minar todas as forças do sujeito, que na maioria das vezes cede à pressão e mantém tudo como está … longe de ser feliz, mas agradando os outros.

Não, simplesmente falar que é uma situação complicada não faz com que você sinta a realidade da coisa. A briga interna (e o desgaste) é brutal, minando a pessoa por dentro.

Mas como lidar com a situação ? Como tomar a decisão correta num caso desses ? Como levar seu sonho adiante mesmo indo contra tudo e contra todos ? O lado psicológico e emocional (se é que podemos separar os dois) do indivíduo precisam de reforço, precisam do apoio – que não está sendo fornecido “por quem deveria”, que na maioria das vezes são as mesmas pessoas que atacam sua decisão e trazem ainda mais dúvidas em relação ao que é “melhor” para você -, mas de onde tirá-lo ?

Lidando com a incerteza

Acredite, existem formas de lidar com o problema, existem maneiras de repor toda essa energia (mental e física) que lhe foi tomada durante o processo decisório. Psicólogos ? Psiquiatras ? Não … a resposta está muito mais perto do que você imagina.

Atividades físicas e meditação, o que acha ? Sim, duas coisas tão simples e ao alcance de todos.

A atividade física lhe ajudará a repor determinados hormônios que se esgotaram durante o processo. Caso conheça alguém que tenha passado por um problema de stress ou de depressão, pergunte-lhe se o médico que lhe tratou não indicou atividades físicas para esta finalidade. Além disso a atividade “certa” lhe ajuda a “tirar” os seus pensamentos do problema, ao menos enquanto ela está sendo praticada.

A meditação pode ser feita de diversas formas, a principal finalidade dela é pelo relaxamento mental que o procedimento traz. Mas os benefícios não param por ai … dependendo do método de meditação adotado você pode ir mais longe, acessando memórias e emoções, presentes em sua mente, que poderão lhe ajudar na tomada de decisão, seja para trazer mais tranquilidade ou ajudar na decisão propriamente dita.

O livro “Lidando com a incerteza” (Novatec, 2013) traz ótimos conselhos (tanto no lado da tomada de decisão, quanto do lado “busca de conforto mental”) para quem está, ou deseja enfrentar este importante dilema. Já passei por situação parecida e confesso que as dicas apresentadas pelo autor foram semelhantes aos procedimentos que adotei para me ajudar naquele momento.

Mais do que indico a leitura ! 🙂

9788575221792
Nota do Site:
4 Moedas
Lidando com a incerteza
Jonathan Fields

Editora: Novatec
Ano: 2013
Edição: 1
Número de páginas: 208
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Livros ||| Jovem e bem-sucedido

Ser bem-sucedido … quem não quer ? Mas qual é o segredo para o sucesso ? Qual é o caminho a ser trilhado para chegar lá ? E para ser bem-sucedido e ainda chegar lá quando ainda jovem ? Te garanto que você não é a única pessoa no mundo a se fazer tal pergunta …

E se alguém, além de fazer tal pergunta, pudesse compartilhar a sua “fórmula” para o sucesso ? Sim … O autor de “Jovem e bem-sucedido” (Novatec, 2013) fez isso ! 🙂

Mas a realidade é mais cruel do que o mundo da fantasia que muitos desejam pintar.

Bem-vindo ao mundo real !

Não, este livro não te mostrará o “mapa do tesouro” literalmente falando. Se bem que realisticamente falando, o que é apresentado no livro é o mais próximo que podemos chegar de um. 😉

Não existe milagre ! Quer ser bem-sucedido ? Você precisará de duas coisas: estudo e trabalho. Não, eles não serão – necessariamente – do tipo tradicional de trabalho e estudo que a maioria pensa (escola e um emprego), mas pode sim estar neste caminho.

Antes de mais nada: o que é ser bem-sucedido para você ? Já se fez essa pergunta ? Já parou para pensar nisso ? Cada pessoa terá um cenário próprio para descrever esta realidade, afinal cada um dá pesos diferentes para cada aspecto de suas vidas. Uns priorizam o lado pessoal (família e amigos), outros o financeiro, outros o profissional, outros ainda conseguem enxergar outras possibilidades.

“Ser bem-sucedido” é uma característica meio … abstrata por assim dizer. Como cada um tem um definição própria para o termo, alguém pode se considerar bem-sucedido, enquanto para alguém próximo ele pode não passar de “alguém que não deu em nada”. Sabe ?

Mas na maioria das descrições temos finanças e o lado profissional sendo listados como características de alguém bem-sucedido. Como conseguir isso ? Como dito anteriormente, para chegar lá você precisará se esforçar, precisará dedicar muitas horas, dias, semanas, meses, anos, para conquistar o topo. O estudo pode não ser algo relacionado com concluir um curso universitário, ou uma pós-graduação. Você pode muito bem se dedicar aos estudos de um tema que lhe desperte o interesse em sua casa, através do computador. (com a internet isso ficou mais do que simples …)

Bem como o lado profissional, você não precisa ter um emprego tradicional para se considerar bem profissionalmente. Existem tantas alternativas, tantas possibilidades … Sim, você pode precisar de um emprego tradicional para chegar lá, algumas áreas de atuação ainda têm este “pré requisito”, mas este não é mais o único meio.

E para chegar lá ainda jovem ? Isso só acontece de duas formas: ou você começou antes dos outros ou teve uma ideia brilhante. Não existe outra maneira …

E no livro todos estes pontos que abordei são apresentados. O autor fala o que fez, porque fez, como fez, quando fez e te leva a perguntar se algumas das “exigências” para ser bem-sucedido são realmente necessárias. Um exemplo ? Fazer um doutorado … se ter o título de doutor não faz parte do seu conceito de bem-sucedido é muito provável que ter um título destes não seja necessário para que você seja bem-sucedido. (tanto em termos financeiros quanto profissionais)

Um livro bem interessante e que certamente indico aos mais jovens. (se bem que alguém na faixa dos 30 ainda possa aprender muito com ele sobre o assunto e sobre si mesmo …)

9788575221792

Nota do Site:
4 Moedas

Jovem e bem-sucedido
Juliano Niederauer

Editora: Novatec
Ano: 2013
Edição: 1
Número de páginas: 192
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Aproveite a oportunidade e compre o livro com o código promocional “PAIRICO30” e obtenha 30% de desconto ! 🙂

Mas lembrando que é apenas para este livro e que a promoção vai apenas até o dia 02/10/13 …

Livros ||| O jogo das startups

Acredito que muita gente que começa a investir em bolsa, ou melhor, que imagina como será o investimento em bolsa quando ingressar no mercado, tem em sua mente as imagens de pessoas comprando e vendendo ações/empresas que, num “passe de mágica” se valorizam acima de toda e qualquer expectativa. Acredito que o mundo das startups seja o que mais se assemelha a este universo imaginado por tantos … Oportunidades de ganhos absurdamente altos, de “baixo” valor investido, de produtos, ou empresas, ainda desconhecidos da grande maioria – e em alguns casos, de todos – que num piscar de olhos transformam água em vinho.

E é justamente esta descrição que faz muita gente se aventurar mais do que o necessário em seus investimentos em bolsa …

Sim, o mundo das startups é um universo mágico, cheio de promessas e expectativas, mas também de muito trabalho e muito, muito risco.

O que é uma startup ?

Uma startup é uma empresa ainda jovem, que tem um produto ou serviço inovador e que pretende crescer. (quem não quer ?) Normalmente os produtos/serviços ainda estão em fase de criação, existindo apenas uma ideia que, por não ter o capital necessário, muitas vezes não consegue chegar ao mercado. É neste momento que entram os investidores. Sejam bancos de investimentos, anjos investidores, amigos, parentes, não importa, a startup precisa crescer e num determinado momento precisará da “ajuda” de um novo sócio, que entrará com o capital necessário para que isso ocorra.

Você consegue imaginar um investimento de $100.000,00 se transformando em alguns milhões, digamos uns … $10.000.000,00 em pouco mais de 5 anos ? (ou até mesmo menos do que isso …) Sim … isso costuma acontecer neste tipo de investimento. Entendeu por que falei que esta é a imagem que muita gente faz da bolsa ? Pegar uma grana, e pouco tempo depois sair com uma bela fortuna …

Claro, este é um mercado de risco, de muito risco, afinal a chance daquela ideia brilhante não dar em nada existe e não é pequena. Para você ter ideia, alguns investidores deste ramo consideram como um bom resultado 1 acerto em 10 tentativas. Sim, considerando que todo o dinheiro que tiverem colocado nas outras 9 virou pó …

Acredito que quando alguém criou o conceito de diversificação, estava pensando neste tipo de situação. E sim, nesta situação, até eu sou a favor do uso da diversificação. (já no mercado de ações …)

O livro

Que tal ler, e conhecer, algumas das histórias de uma pessoa, ou melhor, de uma família que tem décadas de experiência com o assunto ? São três gerações, que estão envolvidas com o investimento em empresas do tipo startup desde o final da década de 1920. Sim, quase 100 anos de experiências. 🙂

Os erros, os acertos, as oportunidades perdidas, as pesquisas, a forma com que abordavam os futuros sócios, os lucros, as perdas … Muitas, muitas experiências em mais de 200 páginas.

Confesso que me senti enfeitiçado pelo tema, que fiquei com aquela dúvida “Será que existe um mercado deste tipo aqui no Brasil, da mesma forma que no Vale do Silício ?”, que fiquei com muita vontade de destinar uma parte de minha carteira de investimentos para essa área. Mas claro, antes de tomar qualquer decisão, precisarei de muito estudo para me aprofundar no assunto, para não sair dando tiros às cegas. E sim, este livro foi um início com o pé direito. 😉

A leitura de “O jogo das startups” (Elsevier, 2012) é mais do que indicada e certamente te agradará bastante.

Os conselhos de Buffett
Nota do Site:
5 Moedas
O jogo das startups
William H Draper III

Editora: Elsevier
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 264
Acabamento: Brochura
Formato: Médio