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Investir em Fundo de Ações ou em ETF ? O que é melhor ??

Pergunta:

Olá, Zé.

Acompanho seu blog e no futuro, pretendo fazer seu curso Minha Primeira Vez na Bolsa. Mas no momento, estou muito sem tempo e também sem paciência para estudar. Entretanto, não quero deixar meu dinheiro parado, agora.

Tenho disponível algo como 5.000 reais para investir e durante este ano, terei 1000 reais para acrescentar, a cada mês.Vou aplicar em um fundo de ações, disso tenho certeza. Pretendo deixar o dinheiro por pelo menos 24 meses, muito provavelmente mais tempo que isso e não quero aplicar nem na poupança, nem o tesouro direto e nem em CDBs ou LCIs. Aplicarei em um fundo de ações.

Pensei no fundo BB Ações IBrX Indexado, que acompanha o Índice Brasil – IBX, ou no BB Ações Ibovespa Indexado, que segue a variação média do IBOVESPA. Ambos os fundos cobram taxa de administração de 2,5%. O que acha?

Desde já, muito obrigado.

Resposta:

Bom dia Jackson,

Será que essa é a melhor alternativa ? Sinceramente ? Eu acho que não …

O principal motivo para eu dizer isso é por conta da taxa de administração: 2,5% ao ano é MUITA coisa !! É uma taxa MUITO alta !! E já vou te mostrar que existem alternativas plenamente viáveis por uma parcela deste custo. 😉

Mas antes de qualquer coisa … Sem paciência de estudar ? De estudar ou de aprender ? Digo isso porque ao fazer o Minha 1x na Bolsa você aprende a investir na Bolsa de forma simples e tranquila. Com pouco tempo diário (ou semanal, se preferir) você será capaz de concluir o curso e terá aprendido sobre o funcionamento do investimento em Bolsa e como proceder para realizar a sua primeira compra de ações. Com cerca de 10 minutos diários você terá assistido a todas as aulas em pouco mais de 1 mês e estará apto a realizar o seu investimento. 🙂

Não, você não precisará dedicar horas e mais horas de estudo para iniciar seu investimento em ações. Ou em ETFs, que é a minha sugestão neste momento. (o aprofundamento pode vir com o tempo !) 😀

Você sabia que existem formas de investimento na Bolsa que são equivalentes aos fundos de ações oferecidos pelos bancos ? Sim !! E a melhor parte é que eles cobram MUITO menos do que os bancos cobram !! 😉

Apenas para citar como exemplo, temos o BOVA11 (que se baseia no Ibovespa) e o PIBB11 (que se baseia no IBRX-50), coincidentemente os tipos de fundo que você citou na sua pergunta. 🙂

A diferença é que ao invés de gastar 2,5% com a taxa de administração, esses ETFs cobram 0,3% e 0,059% respectivamente … Comparando o BOVA11, apenas 10% do que gastaria no banco; e comparando o PIBB11, 2% do que gastaria com o fundo do banco. (!!!)

Sim, uma diferença brutal ! 😯

E o pior de tudo (que neste caso seria o melhor) é que o processo de compra e venda desses ETFs é extremamente simples. Talvez até mais simples do que solicitar a aplicação/resgate do fundo do banco. 😉

Basta que você seja cadastrado em uma corretora e envie sua ordem de compra/venda através do homebroker. Em questão de segundos está tudo feito. 🙂

E o melhor de tudo: a sua estratégia poderia ser exatamente igual a que planejou fazer com o banco … Compra inicial do valor já existente com aportes mensais do valor a ser recebido. Funcionaria da mesma exata forma e tudo isso com custos operacionais extremamente menores.

Dê uma repensada sobre a sua decisão de adiar o início do seu aprendizado. Garanto que sua dedicação neste momento será amplamente correspondida !

Ah ! Aproveitando o tema, sugiro que você também dê uma lida no post “BOVA11 ou PIBB11 ? Qual dos dois é melhor para se investir ?“, pois o assunto lá abordado tem ligação total com a adoção da estratégia. 😉

Eu sei que na maioria das vezes queremos nos acomodar, deixar tudo como está … Mas o problema de deixarmos tudo como está, é que as coisas acabam realmente ficando … como estão. Pense nisso ! 🙂

Te aguardo na sala de aula, será um prazer contar com a tua presença e poder te ajudar no que for possível !

Espero ter lhe ajudado ! 😀

Abraços !

Tenha seus próprios axiomas

O post de hoje foi originalmente publicado em 6 de abril de 2011. É interessante perceber que de lá pra cá, praticamente tudo permanece igual !! MUITA coisa mudou, mas as bases, os meus Axiomas, permanecem lá.

Evoluir sempre ! Mas manter seus princípios em primeiro lugar … 😉

—–

Na semana passada, conversando com um grupo de amigos, indiquei que cada um tivesse os seus próprios Axiomas. Que seria muito interessante ver os Axiomas dos outros, mas no final, o melhor é que cada um confeccionasse os seus próprios.

Na ocasião apresentei alguns dos Axiomas que “fiz” pra mim. São as regrinhas básicas que obedeço na hora de investir.
Eles são:

– Realizar lucros o mais rápido possível;
– Comprar do vendedor e Vender no comprador;
– Vender caro e Comprar barato;
– Lucro bom é lucro no bolso;
– Operar o mínimo possível de ações ao mesmo tempo, de preferência 1 só;

E falei que caso tivessem interesse, eu poderia tentar detalhar um pouco melhor o que são, e como funcionam. Portanto vamos lá !

1 – Realizar lucros o mais rápido possível

Esse é tradicional para mim. Prefiro sair com um lucro pequeno, mas sair com lucro, do que ficar esperando lucros astronômicos, e acabar ficando no prejuízo.

Eu prefiro entrar no mercado, fazer minha operação e sair com 3% e estar pronto para outra oportunidade, do que ficar com a mesma posição durante um longo período de tempo, esperando lucros de 30% ~ 40% e acabar perdendo outras oportunidades. Outro problema, no momento que você se viu “ganhando” 20% e o mercado começa a cair um pouco, você pensa: “Ah, está caindo somente um pouco, para mais tarde voltar a subir ainda mais …”. E cai mais … E mais … Quando você vê, uma operação que dava um lucro enorme pode estar no prejuízo.

É muito mais fácil realizar 10 operações que te darão 3% cada do que uma única que te gere 30% …

Como me disse uma vez o mestre Nathal:

Pense que a bolsa é um buraco cheio de cobras, e você cada vez que começa uma operação está lá dentro. Com certeza você irá querer sair o mais rápido possível do buraco. Quanto menos tempo você ficar dentro do buraco, menor será a chance de ser picado.

2 – Comprar do vendedor e Vender no comprador

Esse é um daqueles ensinamentos que só aprendemos errando. Na ânsia de ganhar mais, acabava sendo “fominha”, tentava formar um novo preço em relação ao mercado. Por exemplo, na hora de comprar o papel estava R$ 10,00, eu colocava uma ordem a R$ 9,90 (por exemplo). As vezes o papel até caia, e eu levava nos R$ 9,90, mas na maioria das vezes começava a subir dali mesmo, nunca mais voltando ao meu preço, e eu ficava congelado na frente do monitor, pois via a operação que eu havia pensado dar certo.

Continue lendo …

Tributação nos Investimentos – o guia completo (e prático !)

Se tem uma coisa que dá um belo nó na cabeça de muita gente, especialmente de quem está começando, são as regras de tributação para investimentos. São diversas, cada investimento tem a sua, uma hora é uma coisa, na outra é uma coisa diferente … que a pessoa se sente perdida na hora em que começa a se aprofundar um pouco no assunto.

O problema é que você precisa entender direito como funciona o Imposto de Renda para seus investimentos. Você não tem escapatória … Além de poder manter as coisas em dia com o leão, você precisa ter esta informação em mãos na hora de comparar a rentabilidade oferecida pelas diversas modalidades de investimento disponíveis. Se não tiver … estará comparando maçãs com laranjas, e isso não é algo recomendado neste universo.

São tantas alíquotas … Tantas regras específicas … Tantas particularidades … Por onde começar ?

Tipos de Tributação

Antes de qualquer coisa: você precisa saber quais são os tipos de tributação que incidem sobre seus investimentos.

Existem algumas formas de tributação: isento, renda fixa, ações e IRPF. Separei nestes quatro grupos para facilitar a compreensão e até mesmo a apresentação. 😀

Cada tipo incide sobre um determinado tipo, ou grupo, de investimento e tem suas regras regulamentadas pela Receita. São regras relativamente estáveis, sem alterações frequentes (como estamos acostumados aqui na terrinha), e de fácil identificação/aplicação.

Isentos: Como a própria identificação aponta, são os investimentos livres da incidência do Imposto de Renda. Recebem esta vantagem justamente para atrair mais investidores para eles. São exemplos de investimentos isentos de tributação: caderneta de poupança, LCI, LCA e algumas debêntures.

Renda Fixa: São os investimentos mais tradicionais do mercado. O porto seguro de quem deseja botar seu rico dinheirinho para trabalhar. Neste tipo de investimento a tributação incide sobre o lucro de acordo com o tempo decorrido entre o início e o resgate.

Para saber qual será a alíquota que incidirá em sua aplicação, veja a tabela abaixo:

Tabela de Imposto de Renda para Investimentos de Renda Fixa
Prazo de Aplicação Alíquota de IR
Até 181 dias 22,5%
de 181 dias até 360 dias 20%
de 361 dias até 720 dias 17,5%
Acima de 721 dias 15%

 

Por exemplo: você realizou um investimento em um CDB no dia 23/03/2016 e fará o resgate no dia 18/09/2017. Isso é o equivalente a 1 ano e meio, ou 544 dias. Pela tabela, vemos que a alíquota referente a esse período é de 17,5%. Portanto este será o valor destinado ao Importo de Renda, 17,5% do lucro auferido no período.

São exemplos de investimento que adotam esta tabela: CDB, Tesouro Direto, Fundos de Renda Fixa, Fundos Multimercado, Fundos Cambiais.

Ações: este tipo de tributação é usado para … ações ? 😉

Sim, ações, FII (Fundos de Investimento Imobiliário), ETF (Exchange Traded Funds). Ou simplificando: aqueles investimentos negociados na Bolsa de Valores. 🙂

A tributação para esse tipo de investimento é bem simples. A alíquota incide também sobre o lucro auferido na operação e é dividido em dois “subtipos“: normal e daytrade. A modalidade normal é toda aquela operação que tem mais do que um dia de “vida”. Ou seja, você compra hoje e vende amanhã, depois de amanhã, semana que vem, mês que vem, ano que vem, etc etc etc. Para o caso de compra e venda no mesmo dia, damos o nome de daytrade.

Para operações “normais”, a alíquota do Imposto de Renda é de 15% sobre o lucro. Para as do tipo “daytrade” ela é de 20%. Sobre o pagamento do imposto de renda para ações indico a leitura deste post, onde uma enorme quantidade de participações dos leitores mais do que completou as informações sobre o assunto. 😀

IRPF: esta é a forma de tributação mais conhecida por todos. É aquela que você sente mensalmente, em seu salário. É literalmente o Imposto de Renda, na renda. 😉

Que tipos de investimento são afetados por esta alíquota ? Seu investimento direto em imóveis de aluguel, por exemplo. O valor obtido mensalmente pelo pagamento entrará em sua renda mensal e deverá respeitar à tabela do IRPF.

Tabela de Imposto de Renda Pessoa Física – 2020
Base de cálculo mensal Alíquota Parcela a deduzir do imposto
Até R$1.903,98
De R$1.903,99 até R$2.826,65
7,5% R$142,80
De R$2.826,66 até R$3.751,05
15% R$354,80
De R$3.751,06 até R$4.664,68
22,5% R$636,13
Acima de R$4.664,68
27,5% R$869,36

 

Os que pagam menos IR são os melhores ?

Não necessariamente … 🙂

Se um investimento paga mais ou menos IR “não importa”. O que realmente conta na hora de escolhermos o melhor investimento é o resultado final proporcionado por ele. Você precisa fazer uma comparação justa, levando em consideração o retorno “limpo” de cada investimento.

Por exemplo, comparando um investimento em CDB (tributado) com um em LCI (não tributado), precisamos incluir em nossas contas o desconto do IR do CDB. Digamos que a oferta que você viu de um CDB tinha um rendimento de 100% do CDI, enquanto a LCI era ofertada por 88% do CDI.

Qual dos dois vale mais a pena para um período de investimento de 9 meses ? (assumindo que todas as outras variáveis – aporte mínimo, tempo de permanência, etc etc etc – sejam iguais)

Como vimos, o investimento em LCI é isento de IR, portanto o seu ganho com esta aplicação será de 88% do CDI no período. Já no CDB incide a tabela de renda fixa, e para o período em questão, o IR para este tipo de investimento é de 20% sobre o lucro. O que joga o rendimento dele para 80% do CDI neste período …

Neste caso, qual dos dois é mais interessante do ponto de vista do rendimento ? 😉

E se ao invés de 88% do CDI para o LCI tivéssemos 82% do CDI e para o CDB 105% do CDI ?

Para lhe ajudar, uma fórmula simples que ajuda na comparação:

Taxa LCI/LCA = Taxa do CDB x (1 – imposto de renda)

Taxa LCI equivalente = 105 * (1-0,2) = 84%

Conseguiu enxergar este importante detalhe ? Não é porque um investimento é isento de tributação, ou porque paga uma tarifa mais alta, que ele é um investimento melhor ou pior do que um outro. A tributação é apenas mais um dado a ser levado em consideração em nossa tomada de decisão. 🙂

Juros compostos e a regra dos 72

Você sabe a importância dos juros compostos para o universo financeiro ? Conhece o real poder deles ? E a regra dos 72, já ouviu falar ?

Hoje falaremos sobre a “maior força do universo”. (dizem que foi o Einstein quem falou …)

Se você investe, ou pensa em investir, este é um dos motores desta máquina tão maravilhosa. 🙂

Saiba mais sobre a fantástica ferramenta que faz com que o seu exército de funcionários (o seu dinheiro trabalha por você, lembra ?) acelere o ritmo de produção a cada novo turno trabalhado. 😉

 

 

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ps: alguém perceberá o easter egg existente no vídeo ? 🙄

Como funcionam os aportes em CDB e fundos de Renda Fixa ?

Motivado por um comentário do Fabrício, resolvi fazer este post para apresentar alguns detalhes importantes (e interessantes, por que não ?) a respeito do investimento em renda fixa. São algumas “particularidades” que merecem destaque e um pouco da sua atenção. 😉

Irei focar nos investimentos em CDB e fundos de renda fixa, mas o que for dito para o CDB também é válido para seus investimentos no Tesouro Direto. Os pontos em questão são: tributação e rentabilidade.

Fundos de Renda Fixa

Quando você decide aplicar seu dinheiro em um determinado fundo, você o fará sempre no mesmo instrumento. Se é o fundo “xyz”, do banco ABC, cada novo depósito que você fizer, entrará neste fundo e receberá a mesma rentabilidade que os aportes anteriores (e os futuros) receberem. O bolo é tratado da mesma maneira, não existe distinção do dinheiro em relação à rentabilidade obtida.

Se você aplica R$500,00 mensais neste fundo, a parcela que foi investida há 12 meses, receberá a mesma rentabilidade do dinheiro que foi aplicado no mês passado. Digamos que no mês em questão, o fundo se valorizou 0,95%. Todo o dinheiro aplicado receberá o mesmo “fator de correção”. (não é exatamente este o termo, mas creio que ele auxilia na compreensão)

De novo: não existe distinção entre o período em que o dinheiro foi aplicado no que se refere à rentabilidade.

Para o cálculo do Imposto de Renda, será usada a tabela progressiva, que leva em conta o tempo “de vida” da sua aplicação:

Tabela de Imposto de Renda para Investimentos de Renda Fixa
Prazo de Aplicação Alíquota de IR
Até 181 dias 22,5%
de 181 dias até 360 dias 20%
de 361 dias até 720 dias 17,5%
Acima de 721 dias 15%

 

Cada depósito (mensal, no caso), terá o seu período único. Portanto uma aplicação feita há 2 anos (24 meses), sofrerá uma tributação diferente da aplicação que foi feita há 5 meses. Quanto maior o período “de vida” desta aplicação individual, menor será o valor a ser pago para o IR.

Um fato interessante é que o sistema dos bancos já faz a escolha das aplicações mais antigas na hora do resgate. Quando você solicita o resgate ao seu gerente, o sistema escolhe automaticamente a(s) parcela(s) mais antigas para retirar. Desta forma você sempre paga a menor quantia possível de imposto de renda que a sua aplicação permite. Você não corre o risco de sacarem de um depósito recente, que paga mais IR, sendo que tem um mais antigo que pagaria menos.

Lembrando: tudo é tratado de forma única em relação à rentabilidade, porém individualmente quando tratamos do Imposto de Renda. Tudo de forma automática. 🙂

CDB, Tesouro Direto …

Para essas ferramentas de investimento a coisa muda um pouco …

Como você faz cada aplicação em momentos diferentes, está sujeito a contratar rentabilidades diferentes para cada um dos aportes. É uma característica natural destes investimentos, fique tranquilo. É questão de “oferta e demanda”, você poderá conseguir contratar um retorno de 95% do CDI para o CDB do mês atual, porém no mês que vem conseguirá apenas 93% do CDI. Já para o seguinte poderá conseguir 97% do CDI … Como dito, a negociação da taxa ocorre a cada aporte.

Com isso, cada contrato terá o seu “fator de correção”, apresentado em contrato e no sistema do banco. Desta forma a parcela que foi depositada há 16 meses poderá render 93% do CDI, enquanto a do mês passado 97% do CDI. Cada aporte terá o seu “fator de correção”, mas nada impede que o mesmo fator seja aplicado a mais de um contrato. Pode ser que na hora da negociação dos últimos 3 aportes, a taxa ofertada pelo banco fosse de 95% do CDI.

De novo: cada aporte terá a sua rentabilidade individual.

Em relação à tributação, teremos a mesma tabela progressiva atuando sobre os ganhos desses investimentos. Cada contrato terá o seu período e portanto poderá sofrer um desconto diferente no momento do resgate. Mas aqui existe um fato interessante: desta vez não será o sistema o responsável por escolher quem deverá ser sacado no momento do resgate. Aqui, o responsável é você. 😀

Como as rentabilidades de cada contrato “são diferentes”, você poderá achar mais interessante sacar uma aplicação mais recente, que paga uma parcela maior de IR, porém que apresenta um retorno inferior a uma mais antiga, que pagaria um valor menor de imposto, mas que rende mais. Por exemplo, a mais recente te entrega 91% do CDI, enquanto a mais antiga 99%. Mesmo pagando um pouco mais de imposto, pode ser que a “troca manual” seja justificada.

Isso é muito interessante, pois lhe permite manter os títulos com maior rentabilidade, usando os que rendem menos quando surgir uma necessidade.

Lembrando: tudo é tratado de forma independente, tanto em relação à rentabilidade quanto à tributação. Tudo de forma “manual”. (em relação à taxa de rentabilidade quanto a qual contrato será encerrado no momento do saque)

Coisas simples, mas que fazem muita diferença

Como dito, algumas particularidades, coisa simples, mas que fazem bastante diferença neste tipo de investimento.

Nada que exija que você perca sua noite de sono, preocupando-se com o funcionamento, mas que precisam de um minuto (acho que literalmente) da sua atenção para conhecer. 😉